quinta-feira, 7 de junho de 2012

Aquela música!

Eu fechei meus olhos
Quando aquelas primeiras notas eu escutei
Onde aquela música dizia
Exatamente o que eu sentia
O que eu vivia
Aquele sorriso bobo em meu rosto ficou
Aquele brilho no olhar se intensificou
A cada verso cantado
A cada momento imaginado
E que de certa forma ficará marcado
E esse momento para sempre será lembrado
E um beijo então será dado
E assim poderá ser selado
O começo da nossa história


Então, como o Dia dos Namorados está chegando, nada mais justo do que falar de amor. As pessoas parecem se sentirem mais a vontades de falarem sobre seus sentimentos, sobre sonhos e projetos idealizados para compartilhar com aquela pessoa especial que você conheceu, por quem você se apaixonou.
Claro que tem sempre aqueles eternos românticos, aqueles que não se importam com datas e muito menos com momentos oportunos para demonstrarem aquilo que sentem, de falarem o quanto amam sem parecerem ridículos, bregas até, pois incrível que pareça, existem pessoas que acham isso, acham que falarem sobre os seus sentimentos, irão passar uma imagem de antiquado, ultrapassado. Acham que por apenas estarem ao lado, já é mais que suficiente, que não precisam falar um gosto muito de você, um adoro você. O eu te amo, penso que não devemos falar da boca para fora, como muitos o fazem, sem realmente sentirem isso, pois amar é algo incrível, um sentimento que aos poucos vai crescendo, vai tomando conta de você e não um eu te conheço hoje e amanhã eu já amo você, pois isso não passa de uma carência extrema, um desespero até. Quem escuta um eu te amo pela primeira vez num relacionamento, é algo bem marcante, algo que ficará para sempre marcado, que te faz chorar de alegria, que te deixa com aquela cara de bobo, mesmo tendo passado anos e anos. A gente acaba nos pegando num daqueles momentos de nostalgia, relembrando fatos e nos traz uma sensação tao boa, tão gostosa da vida.

É isso

Bjo

11 comentários:

FOXX disse...

e o senhor não falou: mas está amando agora?

Frederico disse...

Aiii nãoooo dia dos namorados e eu sozinho ahsuahsuahsa

Rute disse...

Faço as palabras do Frederico as minhas
Sozinha nos dias dos namorados ninguém merece
Mas tenho um consoio antes só que mal acompanhada né?
Sobre o e-mail:
Bem o povo diz qu não engordei não, mas eu vejo que sim.
Estou no regime!
Beijos, meu querido , ótimo feriado

Margot disse...

Dil, ouvir "eu te amo" também traz uma responsabilidade enorme, para com o outro. E quando o eu te amo não é correspondido então.. a coisa fica pior.
Mas é bom ouvir, não é? rsrsr
Beijos querido

Carlos Roberto disse...

Quando eu venho aqui, antes de ler qualquer coisa, fico hipnotizado pelas suas fotos. Principalmente pelo seu olhar. Nunca pensei em ver uma foto sua com um "sorriso bobo" - acho que porque isso me mataria de imediato... Se há algo que me cativa é um sorriso... Enfim...

Chamem-me de antiquado, de brega, de maluco: mas sou romântico e falo o que sinto. E para piorar, não só falo como escrevo, canto e pinto.

Falar de amor é demonstrar-se frágil, vulnerável, subjetivo, voltado para si e desdobrar-se pelo outro. É algo que o tempo está fazendo endurecer...

Concordo com você quando falas que não é bom, sincero falar "eu te amo" sem de fato amar. Entretanto, as pessoas estão tão sozinhas, perdidas, e vivendo uma sombra densa que demonstrar um carinho com "eu gosto muito de você" não basta, não supre; e as vezes denota um sentido contrário. Quem diz "gosto muito de você" pode querer dizer : "estou começando a te amar", mas para quem ouve pode ser "Vamos ser amigos". Eu te amo, perdeu seu valor, aquele valor dos poetas dos séculos /XIX, XVIII, XVII... nem a literatura mais comporta esse amor. É só lembrarmos do pema de Oswald de Andrade:

(Titulo) AMOR

(poema) HUMOR

- os parenteses são meramente ilustrativos, utilizei-os para melhor especificar a coisa em si.

Enfim, acho que o amor, não precisa ser somente dito, e com isso ultrapassamos a barreira do esvaziamento semântico da frase "eu te amo". ele deve ser vivenciado, demonstrado, provado. Mas não com presentes, mas com pequenas ações. É no mínimo que podemos construir o máximo.

Beijinhos!

Cesinha disse...

Oi, meu lindo, tudo bem? Andei meio sumido... muita correria, sabe. E nem me fale nesse dia 12... acho que vou sumir do mapa! (kkkkk). Eu sempre digo que o problema de querer se enfiar embaixo da cama aqui, é que as camas não tem "embaixo", entende?

Beijos.

Smareis disse...

Olá Dil,

Depois de alguns dias ausente aqui estou de volta pra deixar um beijo e desejar uma excelente semana.

Menino queridão, adorei o texto.
Lembrar de momentos com saudades, é sinal que esse momento valeu a pena...

como diz o Caio Fernando Abreu:
"Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás."

Beijos, e ótima semana.

Carlos Roberto disse...

Interessante essa sua questão sobre a fotografia. Realmente eu passo pelas mesmas coisas. Não me acho fotogênico não, mas as fotos que eu tiro de mim mesmo ficam melhores do que os outros tirando. Quando estou em grupo é a treva, quando alguém tira pra mim, eu tenho de posicionar até o fotografo senão sai triste rsrs - meu primo tadinho, sofre. rs

Vou te falar, "Eu te amo" de fato foi banalizado, esvaziado semanticamente por completo, vejo isso no meu dia a dia. E quando eu comecei a perceber... nossa, foi chocante!

Carlos Roberto disse...

Esqueci: obrigado por me aceitar no face :D

Fred disse...

Hummmmmmmmmmmmmm... acho que tá rolando um clima... hahahaha! Daqueles mais alcoviteiros, nzé? Lindo texto, Dilzão! Hugzão, querido!

railer disse...

pra dizer e ouvir 'te amo', tem que estar sentindo de verdade.